CREATINAS

Aminoácidos

A creatina (ácido α-metil guanidino acético) é uma substância composta por 3 aminoacidos: Arginina, Glicina e Metionina sendo encontrada no músculo esquelético e sintetizada endogenamente pelo fígado, pâncreas e rins. É encontrada em pequenas quantidades nas carnes vermelhas e peixes, possuindo importante papel na produção de energia.

Para que ocorra a contração muscular através do deslizamento dos filamentos de actina e miosina, é necessária a utilização de energia proveniente da molécula conhecida como ATP (Adenosina Tri Fosfato), que é proveniente da oxidação de carboidratos, gordura e até mesmo proteína.

A liberação desta energia dura em média 10 segundos e ocorre com o processo de hidrólise que resulta no oferecimento de um átomo de fósforo do ATP que passa a chamar-se ADP (Adenosina Di Fosfato). A utilização de Creatina (Fosfocreatina) ajuda a repor o fósforo utilizado, fazendo com que o ATP seja recriado e podendo ser novamente utilizado para continuar a contração muscular.

Devido à propriedade osmótica ativa desses aminoácidos, a creatina atrai glicose e água para o meio intracelular proporcionando a chamada “retenção hídrica” e ocasiona um aumento no volume muscular.

Existem diversos tipos de creatina, porém os mais difundidos são:

  1. CREATINA MONIHIDRATADA: composta de 88% de creatina e 12% de água, possuindo efeitos mais lentos por conta de sua absorção mais fraca.
  2. CREATINA MICRONIZADA: possui a mesma fórmula da creatina monohidratada, porém possui partículas menores que facilitam a sua absorção.
  3. CREATINA ETIL ESTER: esta forma de creatina é obtida através de um processo de esterificação, sendo acrescida de um éster, o que lhe garante as mais altas taxas de absorção.

Geralmente utiliza-se a creatina juntamente com alguma fonte de carboidrato simples antes e após o treino, dividindo-se seu ciclo em duas fases: na primeira semana ocorre a fase de saturação onde utiliza-se o dobro da dosagem e na segunda semana em diante ocorre a fase de manutenção, onde a dose é reduzida e permanece estável até o final do ciclo.

A suplementação com creatina pode aumentar o estoque de fosfocreatina e creatina de 10% a 40% no organismo, resultando em bons efeitos ergogênicos e reduzindo o processo de glicólise que determina a formação do ácido-lático, tal minimização auxilia em treinamentos mais intensos e mais pesados, que favorecem a síntese de proteínas, o aumento de força e o desenvolvimento de massa muscular.

As creatinas de melhor qualidade são comercializadas com o selo CREAPURE, cuja matéria prima é produzida e exportada para o mundo pela empresa AlzChem na Alemanha.

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